Soberania, liberdade de expressão, inclusão cultural e digital, diversidade e identidade culturais, sustentabilidade das cadeias produtivas e economia criativa, e muitos outros tópicos foram discutidos durante todo o evento que aconteceu de 24 a 27 de setembro, em Chã Grande (PE). A plenária final votou e aprovou as propostas levantadas pelos Grupos de Trabalho que durante três dias, discutiram e sugeriram metas, ações e políticas públicas para cada setor.
GTs - Nos dois primeiros dias, os grupos de trabalho de temas específicos foram divididos em quatro eixos: Audiovisual, Cultura Digital, Comunicação e Redes de Comunicação para a Cultura. Em cada um destes houve ainda subdivisão em pequenos grupos para facilitar a fluidez e a participação de todos. O terceiro dia foi dedicado à sistematização das propostas e os encontros setoriais. No domingo, dia 27, último do evento, a plenária reuniu-se para sugerir destaques aos textos compilados e votar as colaborações.
“Trabalhar em grupo possibilitou que pudéssemos compreender as dificuldades que cada um enfrenta e entender melhor as dinâmicas que movem os movimentos”, explicou o sociólogo Silas Eduardo dos Santos, coordenador do Ponto de Cultura de Campinas (SP).
O presidente da ONG Arte Cultura e Meio Ambiente,Fernando Valões, representante do Ponto de Mídia Livre de Alagoas, situado na sede da ONG ACEMA, defendeu a ampliação das ações sócio-educativas em todas as esferas da cultura. “Não dá pra falar em arte sem falar de educação”, complementou.
Os GTs produziram um documento rico e esclarecedor. “Vamos levá-lo às Conferências Nacionais (de Comunicação, em dezembro de 2009 e da Cultura, em março de 2010) para representar este setor”, enfatizou a historiadora e coordenadora-geral de Mobilização e Articulação em Redes do Ministério da Cultura, Juana Nunes, no encerramento da plenária final.
Leia as propostas aprovadas em plenária na I Conferência Livre de Comunicação para a Cultura:

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