Buscar Artigo:
 

123 Flash Menu Placeholder.

Click aqui!

Desertificação toma conta de Alagoas Data: 24 Jan 2010 / Autor: admin / Categoria: Educação Ambiental

foto15_rl.jpgo-sertao-nao-vai-virar-mar-marcos-cardoso.jpg
O Sertão vai virar mar. Um mar de pedras e areia, sem vida, deserto. Não é profecia, é fato em consumação, previsto por estudos científicos, alertado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O clima castiga, o homem tortura, a terra definha. Nos últimos anos, o índice de desertificação do semiárido nordestino avançou légua sobre légua. O êxodo rural ainda segue a passos largos. Em Alagoas, mais de 27% do território já começou a virar deserto. São áreas críticas, quase todas na caatinga, agonizantes entre a seca e chuvas torrenciais que caem como lâminas a dilacerar o resto de chão que teima em brotar. São torrões gigantescos onde seres, como o juazeiro e o umbuzeiro, penam sob ameaça de extinção. O mandacaru amarelece, o pau-pereira engelha e a palma só nasce com adubo.

Pesquisadores tentam montar plano de combate

flfkfggf.jpgdeser1.jpg
O açoite secular que a natureza e o povo conhecem bem é o objeto de estudo de pesquisadores de várias áreas do conhecimento escalados para elaborar o Plano de Ação Estadual (PAE) de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca. O trabalho baseado nos princípios da Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação deve ser concluído este ano e vai propor ações concretas para amenizar a degradação do meio ambiente, orientar sobre o uso adequado do solo e estabelecer mecanismos de fixação do homem no campo.

Para o professor da Ufal e integrante do Instituto Xingó, Paulo Lima, engenheiro civil com mestrado em Recursos Hídricos, trata-se de um exemplo claro de degradação do meio ambiente. “Se tivesse um sistema de tratamento de esgoto, a situação seria completamente diferente, isso aqui poderia ser usado como uma área de lazer ou mesmo um criatório de peixes”, sugere o engenheiro, identificando um dos problemas a ser enfrentados no combate à desertificação.

Sertanejo é forte e resiste à destruição ambiental

O deserto come a caatinga, mas não engole o sertanejo. O povo forte que resiste, aprende novas técnicas agropecuárias com manejo sustentável do solo e preservação ambiental. Com base nisso, o Plano de Combate à Desertificação deve investir nas pesquisas e evidenciar a multiplicação do conhecimento. Uma série de projetos e ideias que pipocam há décadas no semiárido devem ser reunidos num mesmo programa para concentrar esforços e potencializar seus efeitos.


Combate à devastação do solo sertanejo

O Plano Estadual de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAE), têm a missão de irradiar o conhecimento e fazer a interlocução entre as comunidades, as organizações envolvidas com a causa, o governo, os técnicos e cientistas que atuam na área.

Alagoas é pioneira ao implantar a figura do ponto focal acadêmico, representado pelo engenheiro Paulo Lima, responsável em trazer informações técnicas, elaborar projetos produtivos de monitoramento, educação e execução com sustentabilidade para reduzir os efeitos da seca. “Queremos resgatar todos os projetos ligados

Fonte de Pesquisa/Jornal Gazeta de Alagoas 24/01/2010

|

Plantio abre caminho de uma longa caminhada
O processo de despoluição do rio Ipanema, vai demorar pelo menos uma década, saiba mais...

 

Riacho Camoxinga, um exemplo para o nordeste brasileiro, dentro de Santana do Ipanema, click aqui...

 

Você cuida do Meio Ambiente?
Muito
Médio
Pouco
Nunca
A água
Analfabetismo
A Caatinga
Riacho Camoxinga
Ciclo da Água
I Conferência Nacional
Erosão
Incêndio Criminoso
A mata Ciliar
 
Projeto Água no Pote
Família na Escola
Educação Ambiental
Meio Ambiente
Horta Comunitária
O Lixo
Sopa Cidadã
Unidade de Conservação
 
Carol - Melhor Goleira
Meninas do Handebol
O inicio do Handebol
Módulo Esporte
Paraiba Handebol
Dindo - Melhor Técnico
 
Conselho da Criança
Quem Somos
Powered by CuteNews © 2004- 2012 . RSS Gerada em 0.06143 segundos.
DB queries: 8